6 formas de melhorar as finanças da sua indústria

Após esses anos de crise econômica no país, os gestores de pequenas e médias indústrias enfrentam a necessidade de reorganizar o negócio. Um dos primeiros passos a serem dados nessa direção é estabelecer um controle das finanças.

Vamos dar 6 recomendações para agilizar processos administrativos e melhorar o planejamento de ações estratégicas. Confira:

1 – Não misturar finanças pessoais e empresariais

Nas indústrias de menor porte é comum que haja uma mistura de finanças pessoais e empresariais no mesmo fluxo de caixa, o que atrapalha a análise da real situação do negócio.

É fundamental que haja uma conta bancária de pessoa jurídica para a indústria e uma conta pessoal para o dono do negócio utilizar com seus gastos pessoais. Desta forma, você poderá acompanhar as contas da empresa de forma correta e perceber se seu negócio está sendo realmente lucrativo.

Além disso, com as contas organizadas é mais fácil para fazer a declaração do Imposto de Renda e conseguir financiamentos ou empréstimos.

2 – Conheça o ROI do seu negócio

Este é um indicador que torna possível verificar lucros atuais e lucros projetados, com base nos investimentos realizados.

Quando incorporado à gestão financeira, torna possível um melhor planejamento financeiro, pois sabendo-se quando irá receber de um investimento é possível traçar novos destinos para o dinheiro.

Veja como é possível calcular o Retorno sobre Investimento do seu negócio, clicando aqui!

3 – Tenha um fluxo de caixa

Registrar entradas e saídas dos recursos da empresas é essencial. É um dos pilares da organização das finanças.

Com um fluxo de caixa, é possível detectar desperdícios, reduzir custos e fazer uma projeção financeira da indústria em diferentes cenários, aumentando a possibilidade de fazer um planejamento eficiente.

Quer montar um fluxo de caixa? Clique aqui e saiba como!

4 – Invista na sua empresa

As megatendências da indústria, nesta quarta revolução industrial, são tecnologias que vão colocar a inovação no centro do processo produtivo. Quem não investir neste avanço tecnológico perderá espaço no mercado.

Um outro motivo para investir em modernizar sua indústria é a facilidade cada vez maior de se adquirir produtos importados de empresas que conseguem apresentar um produto com menor custo e mais qualidade, pois possuem tecnologia superior.

Mantenha seu negócio vivo, por mais organizada que uma gestão financeira seja, nenhuma empresa sobrevive se não vender.

5 – Faça uma avaliação cuidadosa da situação ao buscar um financiamento

Antes de buscar qualquer tipo de financiamento, tenho certeza da necessidade deste dinheiro, como ele será utilizado e as condições para pagamento. Se for gerar dívidas em “bola-de-neve”, reveja suas opções de geração de caixa para empresa ou procure negociar as condições de pagamento.

6 – Pense sobre utilizar um ERP para gestão financeira da sua empresa

Os ERPS são sistemas digitais responsáveis por todas as operações diárias de uma empresa: faturamento, balanço contábil, compras, fluxo de caixa, apuração de impostos, administração de pessoal, administração de inventário e estoque, contas a pagar e receber, ponto dos funcionários, controle das máquinas da fábrica.

Em resumo, você pode reunir todas as informações administrativas e operacionais em um único local, facilitando o acesso dos seus funcionários a informações relevantes, aumentando a velocidade e precisão da comunicação e possibilitando que você tenha uma visão de tudo que está acontecendo.

É possível encontrar vários ERPs pelo mercado, em breve postaremos uma lista dos melhores aqui no blog.

 

 

 

 

 

 

Como saber se um investimento está dando retorno?

As empresas se deparam com a constante necessidade de eliminar gastos que não trazem retorno para o negócio, mas é preciso ter cuidado para não retirar investimentos de áreas que são estratégicas para o crescimento.

Duas métricas que são muito úteis nesse caso são o Retorno sobre o Investimento (ROI, do inglês Return on Investment) e o Prazo de Retorno do Investimento (PRI ou payback).

Retorno sobre o Investimento

A métrica do ROI mostra, por meio de uma taxa de retorno, quanto um investidor ganhou (ou perdeu) em relação ao valor aplicado em um determinado investimento, dando ao mesmo tempo uma análise sobre o que aconteceu e uma perspectiva sobre o futuro do mesmo.

É para o ROI de uma atividade que os investidores costumam olhar ao avaliar a possibilidade de seguir adiante com o processo de investimento. Pois do ponto de vista do proprietário do capital, é essencial saber quanto ele ganhará em rendimentos para cobrir tudo aquilo que foi investido.

Como calculo o ROI da minha empresa?

O cálculo do ROI é simples. Inicialmente subtrai-se o ganho obtido com o investimento pelo próprio valor investido, e, em seguida, divide-se esse resultado por esse mesmo valor de investimento. Com isso, a fórmula fica da seguinte maneira:

ROI = (Ganho obtido – Investimento) / Investimento

É importante ressaltar que o valor investido inicialmente deve incluir absolutamente todo o dinheiro empregado durante o processo, assim como todo o valor recebido.

Se o objetivo é ter um resultado preciso, toda despesa, por menor que seja, deve ser incluída no cálculo, assim como toda receita. Por isso, antes de calcular o Retorno sobre o Investimento, monte um Fluxo de Caixa organizado e detalhado.

Quer saber como melhorar seu fluxo de caixa? Clique aqui!

Uma forma de enriquecer e melhorar ainda mais a análise do ROI é usar expressões de cálculo mais expandidas e que englobem situações mais complexas, como o investimento em atividades produtivas e negócios. A principal delas é:

ROI = Margem Operacional x Giro do Ativo

Ela representa a relação entre a lucratividade de um negócio e o giro de seus estoques. Utilizada pra calcular os retornos obtidos em operações de produção e venda.

Como a Margem operacional é igual ao Lucro Líquido sobre a Receita de Vendas e o Giro de Ativo é igual a Receita de Venda sobre o investimento líquido em estoques, podemos concluir que, nesse caso, o investidor pode aumentar seu ROI de duas jeitos: ou gerando vendo mais para cada quantidade de estoque comprado ou aumentando a taxa de lucro sobre o valor praticado nas vendas.

 

Prazo de Retorno do Investimento

O cálculo do Prazo de Retorno de Investimento (PRI ou payback) é um indicador análogo ao ROI e mensura a atratividade do negócio ao mostrar qual é período necessário para que o investidor atinja o breakeven e recupere todo o capital o que investiu.

O Prazo de Retorno do Investimento (PRI) é calculado de forma absoluta, por meio de uma unidade de tempo e consiste, basicamente, numa modalidade de análise inversa à da rentabilidade.

O seu cálculo é simples: para encontrar o período de retorno de determinado investimento basta somar os valores dos rendimentos acumulados, período após período, até que o valor total se iguale a quantia do investimento inicial. A fórmula de cálculo para o PRI é dada por:

PRI = Investimento Total / Lucro Líquido

A característica principal desse tipo de análise é mostrar que quanto mais tempo o investidor precisar esperar para recuperar o investimento, menos atrativo ele fica e maior é possibilidade de prejuízo.

É um método que fornece a medida de risco do investimento, pois o período de retorno será proporcional a liquidez do investimento e, consequentemente, ao seu risco.

Logo, se o período de retorno for menor que o tempo máximo tolerável de recuperação do capital, o investimento é viável.

Se o período de retorno for maior que o tempo máximo tolerável de recuperação de recuperação do capital, o investimento não é recomendável.

O importante é entender que para se chegar a uma métrica de ROI que seja eficiente, é fundamental que o investidor entenda o que isso significa e como afeta os seus objetivos.

A taxa de retorno pode variar de forma significativa durante pequenos períodos, muito por causa de efeitos da sazonalidade.

Por isso, é recomendável sempre acompanhar o índice com atenção, para não se correr o risco de ser surpreendido. Traçar metas realistas e monitorá-las de forma constante é mais do que essencial.

 

Como melhorar meu fluxo de caixa?

 

Compras, vendas e prazos são comuns em qualquer atividade econômica. Por isso o planejamento de caixa é fundamental, ele permite visualizar o horizonte  financeiro da empresa.

No começo você terá mais dificuldade e manter o fluxo de caixa vai lhe tomar mais tempo. Com a prática, você passará a conhecer algumas práticas para otimizar seu planejamento de caixa e vai melhorar seu controle financeiro.

Se ainda não sabe o que é um fluxo de caixa, clique aqui.

Vamos a algumas dicas para facilitar seu trabalho:

1 – Diário x Mensal

A maioria das empresas faz um controle mensal. Caso deseje um controle mais rigoroso, opte pelas atualizações diárias.  Há ainda a opção de se usar os dois, mantendo um controle diário e um outro mensal, de forma a se ter uma visão mais completa e ampla.

2 – Seja realista

Deixe o otimismo para a hora de definir as metas. No fluxo de caixa, é necessário ser conservador. Considere o cenário mais provável, não o mais ideal, na hora de fazer suas projeções de vendas.

3 – Considere o ciclo financeiro

Na hora de definir o limite para o horizonte financeiro do seu planejamento, faça-o tão longo quanto o ciclo financeiro da sua empresa. Ou seja, o tempo entre o pagamento aos fornecedores e o recebimento pelas vendas.

4 – Coloque uma taxa de inadimplência

Encontre a taxa de inadimplência do seu negócio, descobrindo o percentual de atrasos de seus clientes. Sempre que for planejar um investimento futuro, não esqueça de aplicar essa taxa no seu fluxo de caixa para saber se terá dinheiro suficiente.

5 – Estude e Renegocie

Mantendo um fluxo de caixa sempre atualizado, você identificará os problemas com antecedência. Utilize isto para renegociar prazos e alterar contratos com seus fornecedores.

Fazer uma gestão sustentável de uma empresa não é fácil, mas você não está sozinho nessa!

Você pode contar com seu contador e com um software de gestão. O primeiro lhe orientará sobre os aspectos fiscais e financeiros, e o segundo vai agilizar seu trabalho, reduzir seus erros e facilitar sua gestão.

A GMoreira pode ajudar no seu planejamento de caixa. Veja como! 

 

Monte o melhor fluxo de caixa para sua empresa em 3 etapas

O fluxo de caixa é basicamente o controle de entradas e saídas de uma empresa. Essa é uma ferramenta de gestão financeira útil para se ter uma visão de como estão os recursos financeiros de sua empresa.

Além de controlar o dinheiro que entra e que sai da organização, o fluxo de caixa também ajuda na projeção orçamentária futura, sendo uma importante ferramenta para tomada de decisão.

O fluxo de caixa deve ser flexível, de forma a se adequar a realidade da empresa e também às variações do mercado.

Neste artigo, vamos ensinar como montar um fluxo de caixa em 3 etapas simples: controle, registro e análise. Mas cuidado, a compreensão das etapas é simples, porém sua execução exige uma disciplina por parte dos gestores.

 

Planilha de fluxo de caixa

Controle

Suas entradas e saídas não são a mesma coisa. Por isso, não devem ser tratadas como iguais. O primeiro passo é separá-las conforme a sua natureza.

Saídas

As saídas são todo o dinheiro que sai da sua empresa. Elas são divididas em três grupos principais: Fornecedores, Despesas Operacionais e Outras Saídas.

Esta é uma divisão básica, caso queira especificar ainda mais suas saídas e ter um controle maior, você pode dividi-las em despesas com matéria-prima, deslocamento, empréstimos, salários, etc. Quando maior a segmentação das saídas, melhor o controle.

Entradas

As entradas são todo o dinheiro que entra na empresa. A maioria das entradas são referentes às vendas, por isso seu valor depende da sua demanda mensal.

Para que nada seja esquecido, é preciso anotar as entradas diariamente. Dessa forma, além de saber quanto você vendeu naquele mês, saberá também em quais dias da semana o movimento é maior e poderá se programar para tal.

 

Anotar entradas e saídas

Registro

Após separar entradas de saídas e dividi-las em diferentes categorias conforme sua finalidade, é hora de registrar esses dados.

Uma forma de fazer isso é organizá-las em uma planilha de Microsoft Excel. Essa ferramenta facilita a visibilidade do desempenho financeiro e possui fórmulas que facilitam a análise desses dados.

Atenção! O lançamento correto das entradas e saídas é importantíssimo para as interpretações futuras. Se algo for registrado errado ou não for registrado, os dados ficarão imprecisos e atrapalharão o processo de decisão futuro.

Na hora de registrar, podem ser utilizados diferentes modelos de fluxo de caixa: Realizado, A realizar, Previsto e Projetado.

Realizado

O fluxo de caixa realizado basicamente irá mostrar o passado. Ele serve para analisar os dados já lançados e efetivados, ajudando os gestores a terem uma visão completa sobre o comportamento financeiro do negócio até o momento.

A realizar

Um fluxo de caixa a realizar tem como intuito ajudar os gestores a fazerem uma análise do futuro do caixa da empresa. Neste modelo são analisados os dados efetivamente lançados, considerando somente o que já foi faturado.

Previsto

Um fluxo de caixa previsto também tem como intuito analisar o futuro, porém com uma visão mais abrangente que o fluxo de caixa a realizar.

Neste modelo, os gestores podem considerar aqueles lançamentos que ainda não foram efetivados, mas há grande possibilidade de se concretizarem, como contratos recorrentes, orçamentos aprovados e ordens de compra emitidas.

Projetado

Outra visão de fluxo de caixa que tem como intuito analisar o futuro, este modelo faz uma projeção baseada no histórico da empresa, e não nos atuais lançamentos.

Este tipo de visão é muito utilizado em empresas que tem um giro rápido de vendas, e seus lançamentos costumam ser imediatos.

 

Análise de resultados financeiros

Análise

Parabéns! Você já tem um fluxo de caixa. Esta ferramenta porém, só é útil se for bem analisada.

Vamos citar dois pontos a serem observados que são fundamentais a todo negócio, porém, outras variáveis podem ser importantes para o seu negócio, cabe a você saber identificá-las.

Saldo Diário

O saldo final diário mostra quanto dinheiro você tem em caixa ao final daquele dia de trabalho.

Como todo dia começa com um saldo inicial (que veio do dia anterior), basta somar a este valor todas as entradas do dia e subtrair todas as saídas.

O valor encontrado é o seu saldo final diário.

Com esses dados é possível perceber a variação do dinheiro em caixa nos períodos do mês.

Lucro

Algo que todo dono de empresa quer saber é: meu negócio está gerando lucro?

Vamos ensiná-lo a descobrir o lucro da sua empresa agora.

Lucro, de uma maneira bem simplificado, é o valor da venda menos os custos envolvidos para esta negociação.

Portanto, para descobrir o lucro – ou dividendo – da organização, é preciso considerar todos os gastos da empresa naquele mês e diminui-los do valor gerado com as vendas.

Há dois conceitos de lucro utilizados: o lucro líquido e o lucro bruto.

Lucro líquido: é o que explicamos acima. A receita total do negócio – o custo total (custos variáveis + custos fixos). Aqui é considerado também os impostos pagos, por exemplo.

Lucro bruto: não leva em consideração os custos fixos da produção (impostos, aluguel de sala, salários dos funcionários, etc). Em resumo, é a diferença entre o valor das vendas e o custo de fazer o produto ou prover o serviço.

Dependendo do que você quiser encontrar, ter essa diferenciação entre os dois lucros pode ajudar.

 

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Dicas gerenciais para uma operadora de plano de saúde

O setor de operadoras de planos de saúde apresenta particularidades que determinam as alternativas viáveis para solucionar problemas e garantir melhoria contínua de resultados.

Controle de Custos através de ações preventivas

Não é novidade que a incidência de doenças crônicas como hipertensão, obesidade e diabetes tem aumentado graças a hábitos alimentares pouco saudáveis e ritmo de vida estressante ao qual muitos estão condicionados.

Neste cenário, ações que incluam o acompanhamento do estado de doentes crônicos, monitoramento de sua condição e até incentivos para mudanças de hábitos e estilo de vida, podem ser tomadas para melhorar a saúde do beneficiário.

A operadora também deve cuidar do aspecto comercial. Por isso, pode negociar com prestadores de serviço da rede credenciada na intenção de controlar variações de custos assistenciais e acordar valores para os procedimentos através de cláusulas contratuais.

Desta forma é possível um maior controle de custos com prevenção e procedimentos preventivos.

É importante também uma visão holística e em tempo real do processo de autorização de guias. Sua visualização diária é essencial para traçar estratégias com base no volume monetários desses compromissos assumidos.

Acompanhar o Fluxo de Caixa

O fechamento de contas de uma operadora costuma ser um processo complexo, isto aumenta a importância de se prestar atenção em prazos e processos, que é onde entra o acompanhamento do fluxo de caixa, atividade essencial para um maior controle das transações da empresa.

Nesta situação, é importante também buscar a integração da gestão financeira de diferentes setores da empresa. Assim é muito mais fácil se obter sucesso na administração das finanças do negócio.

 

indicadores

Estabelecer e monitorar indicadores de desempenho e qualidade

A ausência de indicadores resulta em uma administração às cegas, com decisões sendo tomadas sem embasamento de dados seguros, podendo ser fatal para a operadora durante períodos de instabilidade financeira.

Através do acompanhamento de indicadores de desempenho e qualidade, é possível identificar gargalos e trabalhar nos processos que geram lentidão e reduzem a eficiência da empresa.

Compreender e analisar os dados fornecidos pelos indicadores é o pontapé inicial para definir um planejamento e estratégias da gestão do negócio.

Analise quais são os principais indicadores de sucesso do seu negócio, crie metas e acompanhe o desempenho antes de traçar suas estratégias. Elas se provarão bem mais acertadas quando baseadas em dados relevantes.

Atenção ao percentual de sinistralidade

Cada vez que o plano de saúde é acionado, representa um sinistro para a operadora. Desta forma, quanto maior a frequência de uso dos serviços de saúde pelo beneficiários, maior o risco de um aumento desenfreado de custos.

O que tem funcionado para reduzir os índices de sinistralidade é uma gestão de risco com foco em cuidados preventivos, incentivando os beneficiários a um estilo de vida mais saudável.

O sistema de coparticipação, onde o usuário paga uma mensalidade menor e uma taxa apenas quando usar algum serviço, pode ser uma solução eficaz no controle da sinistralidade também.

Atender às obrigações da ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar avalia anualmente atributos para medir o desempenho das operadores de saúde. Desta avaliação resulta o IDSS (Índice de Desempenho da Saúde Suplementar). O objetivo é estimular o oferecimento de um serviço de qualidade por parte das empresas.

Fatores como disponibilidade de assistência aos beneficiários, cumprimento de obrigações financeiras, volume de reclamações, oferta de rede, fazem parte dos indicadores que determinam o IDSS de uma operadora de plano de saúde.

O não cumprimento das obrigações estabelecidas pela ANS pode acarretar multas onerosas para a organização. O melhor, nesse caso, é utilizar ferramentas tecnológicas de gestão capazes de alertar e conduzir a operadora ao atendimento das obrigações estipuladas pelos órgãos fiscalizadores.

 

gestão

Uma gestão eficiente é uma maneira de garantir a competitividade da empresa no mercado. Uma operadora de plano de saúde deve estar sempre revendo seus processos para identificar possíveis gargalos e melhorias. Desta forma, é possível implementar rotinas funcionais efetivas e garantir a satisfação dos beneficiários.

 

 

 

 

Planejamento de Caixa

Qual a importância do Planejamento de caixa?

 

O planejamento de caixa é fundamental para proporcionar um vislumbre do horizonte financeiro da empresa.

Registrar receitas e despesas é fundamental, mas não é o bastante.

O planejamento de caixa permitirá prever, por exemplo, que o capital de giro será insuficiente em determinado período.

Visualizando essa dificuldade com antecedência, é possível tomar atitudes como a renegociação de contratos, para que, chegando a data, você não precise recorrer a um empréstimo bancário.

Elaboramos um plano de gestão financeira através do Fluxo de Caixa, com informações diárias e um Orçamento de Caixa com informações mensais, assim como assessoramos e treinamos os usuários.

Definimos em conjunto com os gestores as melhores estratégias de captação e aplicação de recursos.

 

Quais os benefícios em fazer o planejamento de caixa com a GMoreira?

 

– Redução dos custos financeiros e otimização dos recursos

– Antecipação das estratégias de captação de recursos

– Redução do risco operacional e de escassez de capital

– Verificação da viabilidade empresarial

– Controle e acompanhamento dos valores Orçados e Realizados

– Profissionalização da Gestão Financeira e de Caixa

– Definição do Saldo Mínimo de Caixa

– Atribuição do capital (próprio/terceiro, CP e PL)

A GMoreira tem especialistas em Gestão Financeira, pois entende que este importante pilar da Gestão Empresarial é o que pode garantir o sucesso e a longevidade de empresas e negócios.

 

Quer começar a melhorar a Gestão Financeira de sua empresa? Baixe nossa planilha de Fluxo de Caixa. É Grátis!

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